{"id":1518,"date":"2019-11-13T15:31:48","date_gmt":"2019-11-13T18:31:48","guid":{"rendered":"http:\/\/seer.ufal.br\/portalsibi\/?page_id=1518"},"modified":"2023-02-03T12:31:41","modified_gmt":"2023-02-03T15:31:41","slug":"historico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sibi.ufal.br\/portal\/?page_id=1518","title":{"rendered":"Hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"post\" data-elementor-id=\"1518\" class=\"elementor elementor-1518\" data-elementor-settings=\"[]\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-section-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-element elementor-element-e7161e1 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default elementor-section elementor-top-section\" data-id=\"e7161e1\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-row\">\n\t\t\t\t<div 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src=\"http:\/\/sibi.ufal.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/antiga-2-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"540 \" height=\"303\" \/><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 35px;\">\u201cU<\/span>ma universidade se faz em primeiro lugar com c\u00e9rebros, em segundo lugar com c\u00e9rebros, em terceiro lugar com c\u00e9rebros, em quarto lugar com laborat\u00f3rios e bibliotecas\u201d. Bastante conhecida &#8211; e atual &#8211; \u00e9 esta afirmativa do Professor Zeferino Vaz, idealizador de uma das mais bem sucedidas universidades brasileiras, a Unicamp\u201d.\u00a0Essas palavras destacam a import\u00e2ncia do papel das bibliotecas para o avan\u00e7o das universidades, verdade que ultrapassa os limites da academia, se lembrarmos que o professor Zeferino parafraseou Monteiro Lobato: \u201cum pa\u00eds se faz com homens e livros\u201d.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">\u00a0A hist\u00f3ria do SiBi\/Ufal \u00e9, sobretudo, a hist\u00f3ria de suas bibliotecas, pois estas surgiram antes mesmo de haver um sistema integrado de bibliotecas na Universidade.\u00a0Sendo assim, parece pertinente uma reflex\u00e3o sobre o percurso hist\u00f3rico das bibliotecas da Ufal. Em que plano a Universidade as inseriu ao longo de sua hist\u00f3ria?<\/p><p style=\"text-align: justify;\">A trajet\u00f3ria das bibliotecas da Ufal \u00e9 repleta de m\u00e9ritos pessoais, de iniciativas isoladas, de a\u00e7\u00f5es de S.O.S, de campanhas de doa\u00e7\u00e3o. Com orgulho, muitos servidores de diferentes departamentos dep\u00f5em que suas colabora\u00e7\u00f5es foram fundamentais at\u00e9 para a viabiliza\u00e7\u00e3o legal de reconhecimento de cursos pelo MEC.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">No contexto hist\u00f3rico nacional, os primeiros 20 anos de exist\u00eancia da Ufal (1961-1981) coincidem, em maioria, com a chamada \u201cd\u00e9cada da educa\u00e7\u00e3o\u201d. Em que houve consider\u00e1vel facilidade de acesso a recursos financeiros e de pessoal. No entanto, durante o referido per\u00edodo, a Ufal n\u00e3o formou o acervo necess\u00e1rio e indispens\u00e1vel &#8211; nem mesmo a bibliografia cl\u00e1ssica nas diversas \u00e1reas do conhecimento &#8211; e investiu pouco em capta\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o de recursos humanos especializados (ficando o quadro de bibliotec\u00e1rios limitado a 5 profissionais) quando a necessidade m\u00ednima,\u00a0naquela \u00e9poca, j\u00e1 atingia um n\u00famero de 20 bibliotec\u00e1rios. *<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: bold;\">\u00a0<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: bold;\">A Biblioteca Central<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\">A Biblioteca Central (BC) foi criada em 1978 e prestava seus servi\u00e7os no pr\u00e9dio onde hoje funciona o N\u00facleo de Desenvolvimento Infantil (NDI). Um dos principais objetivos da cria\u00e7\u00e3o da BC era reunir todo o acervo bibliogr\u00e1fico das bibliotecas setoriais, que j\u00e1 existiam nos centros e departamentos do Campus A. C. Sim\u00f5es. Pretendia-se, com isso, possibilitar a melhor gest\u00e3o dos servi\u00e7os de biblioteca, a partir da observ\u00e2ncia de padr\u00f5es e diretrizes t\u00e9cnicas vigentes.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Mas esse n\u00e3o era o \u00fanico motivo para cria\u00e7\u00e3o da BC. A escassez de recursos financeiros e humanos da \u00e9poca apresentava-se como outra raz\u00e3o para reunir, num \u00fanico lugar, o acervo bibliogr\u00e1fico do Campus A. C. Sim\u00f5es.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Apesar disso, um diagn\u00f3stico realizado em 1987\u00a0pelos bibliotec\u00e1rios da Ufal constatou que ainda existiam 14 bibliotecas setoriais na Universidade, todas com trajet\u00f3rias intimamente ligadas aos centros e departamentos a que pertenciam. Mesmo ap\u00f3s nove anos de cria\u00e7\u00e3o da BC, onze dessas bibliotecas continuavam funcionando no Campus A. C. Sim\u00f5es, quais sejam: 1) a Biblioteca do Centro de Ci\u00eancias da Sa\u00fade (CSAU); 2) a Biblioteca do Centro de Tecnologia (CTEC); 3) a Biblioteca do Departamento de Enfermagem; 4) a Biblioteca do Departamento de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica; a 5) Biblioteca do Departamento de Matem\u00e1tica; 6) Biblioteca do Departamento de F\u00edsica; 7) Biblioteca do Departamento de Qu\u00edmica; 8) Biblioteca do Departamento de Geoci\u00eancias; 9) Biblioteca do Departamento de Arquitetura; 10) Biblioteca do Departamento de Letras; 11) Biblioteca do Departamento de Comunica\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m dessas, existiam tamb\u00e9m 3 bibliotecas setoriais fora do Campus A. C Sim\u00f5es: 1) a Biblioteca do Centro de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas (CCBI), ent\u00e3o localizada no Centro de Macei\u00f3; 2) a Biblioteca do Departamento de Odontologia, ent\u00e3o localizada no Bairro do Farol e 3) a Biblioteca do Museu Th\u00e9o Brand\u00e3o, tamb\u00e9m localizada no Centro de Macei\u00f3.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Essas bibliotecas surgiam em decorr\u00eancia da necessidade de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o da comunidade acad\u00eamica dos centros e departamentos onde estavam localizadas. Entretanto, em v\u00e1rios casos, esses espa\u00e7os funcionavam com defici\u00eancia de recursos financeiros e humanos e sem possu\u00edrem qualquer v\u00ednculo administrativo ou t\u00e9cnico entre si.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Em 1985, dois anos antes do diagn\u00f3stico citado anteriormente, a Ufal contratou uma consultoria, a cargo do professor Ant\u00f4nio Lisboa Carvalho de Miranda, da Universidade de Bras\u00edlia (UnB), para analisar a situa\u00e7\u00e3o das bibliotecas da Universidade, avaliar a possibilidade de implanta\u00e7\u00e3o de um sistema integrado de bibliotecas e a necessidade de constru\u00e7\u00e3o de um novo pr\u00e9dio para a Biblioteca Central. No relat\u00f3rio de consultoria, o professor afirmou que a BC, naquela \u00e9poca, era contada como mais uma biblioteca da Ufal, pois n\u00e3o cumpria os prop\u00f3sitos para os quais havia sido criada.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">As bibliotecas setoriais, por sua vez, funcionavam muito aqu\u00e9m das modernas t\u00e9cnicas e tecnologias de organiza\u00e7\u00e3o de sistemas, pois n\u00e3o possu\u00edam qualquer subordina\u00e7\u00e3o \u00e0 BC, n\u00e3o obedeciam a normas e padr\u00f5es t\u00e9cnicos que fossem comuns a todas, e n\u00e3o observavam uma pol\u00edtica conjunta de desenvolvimento de cole\u00e7\u00f5es.\u00a0 Segundo Miranda (1985), nesse contexto, a BC n\u00e3o exercia nenhuma das fun\u00e7\u00f5es essenciais de uma biblioteca central, como a coordena\u00e7\u00e3o e o planejamento da forma\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de cole\u00e7\u00f5es, o processamento t\u00e9cnico e atividades cooperativas entre as bibliotecas setoriais.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, n\u00e3o existia uma pol\u00edtica ou normaliza\u00e7\u00e3o que definisse e estabelecesse crit\u00e9rios de cria\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o de bibliotecas setoriais. Algumas delas n\u00e3o possu\u00edam elo sequer com a pr\u00f3pria Ufal, ou com outras institui\u00e7\u00f5es, seja por meio de cat\u00e1logos coletivos de peri\u00f3dicos, ou qualquer outra rede de informa\u00e7\u00e3o. Em sua consultoria, Miranda (1985) registra que as bibliotecas setoriais surgiam apenas para, em seguida, se transformarem em um amontoado de documentos sem condi\u00e7\u00f5es de apoiar a renova\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos de ensino, a consolida\u00e7\u00e3o da pesquisa e a expans\u00e3o dos servi\u00e7os de extens\u00e3o.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">A aus\u00eancia de sistematicidade e coordena\u00e7\u00e3o entre as bibliotecas da Ufal representava um grande entrave para a consolida\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o dos servi\u00e7os bibliotec\u00e1rios da Universidade. Essa situa\u00e7\u00e3o precisava mudar!<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: bold;\">\u00a0<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: bold;\">Nasce o SiBi\/Ufal<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\">Com base nos problemas identificados pelo Professor Miranda, os bibliotec\u00e1rios da Biblioteca Central propuseram, em 1987, a cria\u00e7\u00e3o de um sistema integrado de bibliotecas para Ufal.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Em 1989, o Conselho Universit\u00e1rio (Consuni) criou o Sistema de Bibliotecas da Ufal, com a aprova\u00e7\u00e3o do Regimento Interno do SiBi\/Ufal, por meio da Resolu\u00e7\u00e3o 45\/89, a qual preconiza que o Sistema \u201cobjetiva a integra\u00e7\u00e3o de suas bibliotecas \u00e0 pol\u00edtica educacional, cient\u00edfica e administrativa da Universidade, servindo de apoio aos programas de ensino, pesquisa e extens\u00e3o, atrav\u00e9s do desenvolvimento de servi\u00e7os e produtos de informa\u00e7\u00e3o que atendem \u00e0s exig\u00eancias de relev\u00e2ncia e rapidez\u201d.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">E as mudan\u00e7as se seguiram ao longo tempo!<\/p><p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><b>Um novo pr\u00e9dio para a Biblioteca Central<\/b><\/p><p style=\"text-align: justify;\">Mais tarde, outra demanda do agora SiBi\/Ufal foi finalmente atendida: a constru\u00e7\u00e3o de um novo pr\u00e9dio para a Biblioteca Central, que deveria possuir estrutura apropriada para ser o principal \u00f3rg\u00e3o do Sistema. A necessidade de novas instala\u00e7\u00f5es, mais adequadas e seguras, tamb\u00e9m foi identificada pela consultoria realizada em 1985 pelo professor Ant\u00f4nio Miranda, cujas conclus\u00f5es apontaram a inadequa\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es f\u00edsicas do antigo pr\u00e9dio da BC, bem como riscos \u00e0 seguran\u00e7a dos usu\u00e1rios, dos funcion\u00e1rios, e do pr\u00f3prio acervo. Com base nisso, a principal conclus\u00e3o do professor foi a proposta de constru\u00e7\u00e3o de um novo pr\u00e9dio, medida que, segundo ele, se justificaria como \u201cobra de vital import\u00e2ncia para a consolida\u00e7\u00e3o das atividades do campus universit\u00e1rio, em car\u00e1ter priorit\u00e1rio e urgente\u201d (MIRANDA, 1985).<\/p><p style=\"text-align: justify;\">A proposta feita por Miranda (1985) gerou frutos e os trabalhos para a constru\u00e7\u00e3o de um novo pr\u00e9dio para a BC foram iniciados ainda no ano de 1985; os projetos arquitet\u00f4nicos da obra datam de 1985 e 1986. A obra, financiada com recursos do Programa MEC\/BID III e apoiada pelo Centro de Desenvolvimento e Apoio T\u00e9cnico da Educa\u00e7\u00e3o (CEDATE), estendeu-se por alguns anos.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Em 1990, foi inaugurado o pr\u00e9dio onde funciona at\u00e9 hoje a Biblioteca Central, com \u00e1rea constru\u00edda de 4.800m2. Sem d\u00favida, isso representou uma grande conquista para a Universidade e para o SiBi\/Ufal, cujo centro de funcionamento e gest\u00e3o passou a contar com instala\u00e7\u00f5es mais adequadas \u00e0 natureza dos servi\u00e7os de uma biblioteca central.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Mas a hist\u00f3ria das bibliotecas da Ufal vai muito al\u00e9m dos pr\u00e9dios que abrigam seus acervos. Para compreend\u00ea-la mais a fundo, \u00e9 preciso fazer um passeio pela evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica de seus servi\u00e7os.<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: bold;\">\u00a0<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: bold;\">O primeiro passo rumo \u00e0 automa\u00e7\u00e3o<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\">Em 1987, a Biblioteca Central, ainda funcionando no seu antigo pr\u00e9dio, iniciou a automa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de cataloga\u00e7\u00e3o do acervo bibliogr\u00e1fico, com a ades\u00e3o \u00e0 Rede Bibliodata de Cataloga\u00e7\u00e3o Cooperativa, que era coordenada pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV). Essa rede contava, \u00e0 \u00e9poca, com a participa\u00e7\u00e3o de 88 bibliotecas brasileiras, entre as quais, as bibliotecas universit\u00e1rias da UnB, UFPE, UNICAMP, UNESP, UFSC, UFMG, as bibliotecas especializadas (Funda\u00e7\u00e3o IBGE, Funda\u00e7\u00e3o Gilberto Freyre, Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco) e a Biblioteca Nacional.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 o ano de 1987, toda a cataloga\u00e7\u00e3o dos livros era feita de forma manual. A partir da ades\u00e3o \u00e0 Rede, a cataloga\u00e7\u00e3o passou a ser feita por meio do software Bibliodata\/CALCO. Os dados produzidos nesse software eram gravados num disquete, que, em seguida, era enviado, por correio, para a FGV, na Cidade do Rio de Janeiro. A FGV, por fim, encaminhava o cat\u00e1logo impresso para a Biblioteca Central. Todo esse processo durava alguns dias.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Por meio do cat\u00e1logo f\u00edsico produzido no Bibliodata\/CALCO, era poss\u00edvel verificar quais obras estavam dispon\u00edveis no acervo das bibliotecas, utilizando, para isso, poucos dados, como o nome do autor, o t\u00edtulo ou\u00a0 assunto do livro. O cat\u00e1logo representava, assim, uma importante ferramenta para recupera\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, especialmente se for considerado o fato de que, em meados da d\u00e9cada de 1990, o SiBi\/Ufal j\u00e1 contava com um acervo de 112.000 livros e 3.050 peri\u00f3dicos.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">A automa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os do SiBi\/Ufal trata-se de um processo longo e que ainda est\u00e1 em curso. Todavia, se, por um lado, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel (nem desej\u00e1vel) precisar o fim de tal processo, por outro, \u00e9 admiss\u00edvel afirmar que ele teve in\u00edcio com a implanta\u00e7\u00e3o do Bibliodata\/CALCO. Ademais, esse software n\u00e3o somente iniciou a automa\u00e7\u00e3o da cataloga\u00e7\u00e3o de livros na Biblioteca Central, mas inseriu esta no contexto nacional, pois o Bibliodata\/CALCO fazia uso de padr\u00f5es e formatos reconhecidos e utilizados, inclusive internacionalmente.<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: bold;\">\u00a0<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: bold;\">O segundo passo rumo \u00e0 automa\u00e7\u00e3o<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\">No ano de 2006, o SiBi\/Ufal iniciou a implanta\u00e7\u00e3o de um novo sistema de gest\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o: o Pergamum. Mais moderno e completo, esse sistema \u00e9 utilizado at\u00e9 hoje pelas bibliotecas da Universidade, pois promove melhorias no gerenciamento, tratamento, acesso e dissemina\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">A transi\u00e7\u00e3o do sistema Bibliodata\/CALCO para o Pergamum ocorreu de forma gradual, com a implanta\u00e7\u00e3o do m\u00f3dulo cataloga\u00e7\u00e3o. Inicialmente, os trabalhos foram realizados no acervo da Biblioteca Central e, em seguida, estendidos para as bibliotecas setoriais de todo o SiBi\/Ufal.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">A implanta\u00e7\u00e3o do Pergamum facilitou ainda mais a consulta ao acervo. Antes feita por meio de cat\u00e1logos f\u00edsicos de manuseio mais demorado, as consultas passaram a ser realizadas por meio de um computador. Com poucas informa\u00e7\u00f5es, tornou-se poss\u00edvel saber de modo simples e r\u00e1pido se as bibliotecas da Ufal possu\u00edam determinada obra e sua exata localiza\u00e7\u00e3o no acervo, que contava com cerca de 200 mil exemplares, na primeira d\u00e9cada deste s\u00e9culo.<\/p><p>\u00a0<\/p><p><span style=\"font-weight: bold;\">Novos Campi, novas bibliotecas: o processo de interioriza\u00e7\u00e3o da Ufal e a expans\u00e3o do SiBi\/Ufal<\/span><\/p><p>Com o processo de interioriza\u00e7\u00e3o da Ufal, iniciado em 2006, novas bibliotecas surgiram para compor o SiBi\/Ufal e prestar apoio \u00e0s atividades de ensino, pesquisa e extens\u00e3o dos novos Campi da Universidade.<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b6b087d elementor-column elementor-col-50 elementor-inner-column\" data-id=\"b6b087d\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-column-wrap  elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9903c14 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9903c14\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-text-editor elementor-clearfix\"><p>O Campus Arapiraca possui atualmente tr\u00eas bibliotecas, localizadas na Cidade de Arapiraca (sede do Campus) e nas Unidades de Palmeira dos \u00cdndios e de Penedo. O Campus Sert\u00e3o, por sua vez, conta com duas bibliotecas, uma na Cidade de Delmiro Gouveia (sede do Campus) e outra na Unidade de Santana do Ipanema.<\/p><p>A biblioteca da Unidade de Vi\u00e7osa, embora tenha feito parte do Campus Arapiraca, hoje se encontra vinculada ao antigo Centro de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias (CECA), elevado \u00e0 categoria de Campus em 2019.<\/p><p>Antes restrito aos limites territoriais da Capital Alagoana, atualmente o Sibi\/Ufal estende-se por todos os Campi da Universidade para disponibilizar a toda a comunidade universit\u00e1ria um acervo bibliogr\u00e1fico f\u00edsico de aproximadamente 338.702 exemplares (dados de 2019), al\u00e9m de materiais digitais e de outros servi\u00e7os t\u00edpicos de biblioteca, como espa\u00e7os para estudo e realiza\u00e7\u00e3o de eventos.<\/p><p>\u00a0<\/p><p><span style=\"font-weight: bold;\">O SiBi\/Ufal e o Acesso Aberto<\/span><\/p><p>Em 2006, foi criada a Biblioteca Digital de Teses e Disserta\u00e7\u00f5es (BDTD), o primeiro passo dado pelo SiBi\/Ufal rumo a uma pol\u00edtica de acesso aberto \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da Universidade. Como o pr\u00f3prio nome indica, essa biblioteca digital passou a armazenar e divulgar as teses e disserta\u00e7\u00f5es produzidas na Ufal.<\/p><p>As BDTDs foram criadas com o apoio do Instituto Brasileiro de Informa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia e Tecnologia (IBICT) para atenderem ao teor da Portaria 013\/2006 da Capes, que determinou a disponibiliza\u00e7\u00e3o, em ambiente digital, das teses e disserta\u00e7\u00f5es defendidas a partir de mar\u00e7o de 2006.<\/p><p>Em 2010, foram iniciados os trabalhos para implanta\u00e7\u00e3o do Reposit\u00f3rio Institucional da Ufal (Riufal). Segundo o IBICT,\u00a0 os reposit\u00f3rios digitais \u201cs\u00e3o\u00a0bases de dados on-line que re\u00fanem, de maneira organizada, a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de uma institui\u00e7\u00e3o ou \u00e1rea tem\u00e1tica\u201d.\u00a0A cria\u00e7\u00e3o do Riufal foi o segundo passo da Ufal rumo a uma pol\u00edtica de acesso aberto.<\/p><p>A hist\u00f3ria dos reposit\u00f3rios institucionais remonta a \u00e9poca da crise dos peri\u00f3dicos cient\u00edficos, iniciada na d\u00e9cada de 1980. Por muito tempo, a comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica esteve amplamente apoiada nas publica\u00e7\u00f5es de resultados de pesquisa em peri\u00f3dicos impressos, cujo acesso se dava por meio de assinaturas pagas. Mesmo com a migra\u00e7\u00e3o para plataformas digitais, o acesso permaneceu restrito \u00e0queles que podiam arcar com o custo das assinaturas. Tal restri\u00e7\u00e3o incentivou professores e pesquisadores a buscarem meios alternativos para a comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, como foi o caso dos reposit\u00f3rios digitais: uma verdadeira inova\u00e7\u00e3o no processo de comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, que ampliou o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p><p>Por mais de cinco anos, o Reposit\u00f3rio e a BDTD coexistiram, dividindo o mesmo espa\u00e7o na Biblioteca Central. No entanto, em 2015, a BDTD foi incorporada ao Riufal, em virtude das semelhan\u00e7as entre seus prop\u00f3sitos.<\/p><p>Al\u00e9m das teses e disserta\u00e7\u00f5es, o Riufal passou a ser respons\u00e1vel pelo armazenamento e divulga\u00e7\u00e3o de outras produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas da Universidade, o que inclui artigos de peri\u00f3dicos, livros, memoriais acad\u00eamicos, artigos e anais de evento, e etc.<\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2016, foi aprovada a Pol\u00edtica de Informa\u00e7\u00e3o do Riufal, por meio da Resolu\u00e7\u00e3o 045\/2016 do Conselho Universit\u00e1rio (Consuni), documento que consolidou o\u00a0 processo de implanta\u00e7\u00e3o do Reposit\u00f3rio na Ufal.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Os materiais depositados em acesso aberto no Riufal ficam dispon\u00edveis gratuitamente, o que aumenta a visibilidade das produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas da Universidade, possibilitando maior impacto de sua produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Todas essas vantagens convergem, em \u00faltimo plano, para promover a imagem da Ufal perante a comunidade cient\u00edfica.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: bold;\">Seguran\u00e7a para o acervo, liberdade para os usu\u00e1rios<\/span><\/p><p>Em 2007, o SiBi\/Ufal iniciou a implanta\u00e7\u00e3o de um sistema de seguran\u00e7a eletromagn\u00e9tico para prote\u00e7\u00e3o do seu acervo bibliogr\u00e1fico. Esse sistema, al\u00e9m de ampliar a prote\u00e7\u00e3o do principal patrim\u00f4nio f\u00edsico do SiBi\/Ufal (os livros), aumentou a possibilidade de os usu\u00e1rios poderem circular livremente, com seus pertences, pelos espa\u00e7os das bibliotecas. Os antigos arm\u00e1rios para guarda de bens particulares, localizados geralmente na entrada das bibliotecas, foram se tornando coisa do passado.<\/p><p>\u00a0<\/p><p><b>A virtualiza\u00e7\u00e3o dos acervos<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">A demanda por informa\u00e7\u00e3o cresce numa progress\u00e3o geom\u00e9trica, enquanto a os acervos f\u00edsicos e a disponibilidade de recursos financeiros para aquisi\u00e7\u00e3o de novos t\u00edtulos crescem numa progress\u00e3o aritm\u00e9tica. Em decorr\u00eancia disso, no ano de 2007, o SiBi\/Ufal adquiriu bases de e-books, como Atheneu, Net Library e Springer, com o objetivo de oferecer maior quantidade de informa\u00e7\u00e3o, agora tamb\u00e9m em formato digital.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Atualmente, o SiBi\/Ufal conta com a Biblioteca Virtual Universit\u00e1ria (BVU), reconhecida base de livros digitais, que cont\u00e9m um acervo diversificado, composto por livros acad\u00eamicos de editoras como \u00c1tica, Companhia das Letras, Manole, Papirus, Pearson, Scipione, entre outras.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Essas mudan\u00e7as fazem parte de um novo momento, em que as bibliotecas passam por uma diversifica\u00e7\u00e3o dos formatos dos acervos bibliogr\u00e1ficos, impulsionada pelas transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que est\u00e3o fazendo o conhecimento difundir-se por meio de tablets e smartphones. Em vez de passear pelas estantes de uma biblioteca f\u00edsica, que tal fazer uma busca r\u00e1pida nas bibliotecas virtuais e ter acesso a um universo de conhecimento cada vez mais amplo?!<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Essas mudan\u00e7as t\u00eam contribu\u00eddo para amenizar outro desafio enfrentado pelas bibliotecas da Ufal, especialmente a Biblioteca Central. Boa parte dos livros das bibliotecas do SiBi\/Ufal fazem parte de um acervo circulante, ou seja, est\u00e3o nas casas dos usu\u00e1rios, nos lugares mais distantes e inusitados. Se todos os livros voltassem para as Bibliotecas de uma \u00fanica vez, certamente n\u00e3o haveria espa\u00e7o para todo o acervo.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Tamb\u00e9m por esse motivo, a utiliza\u00e7\u00e3o de bibliotecas virtuais tem se tornado uma alternativa interessante, pois, al\u00e9m de proporcionar vantagens de acesso para os usu\u00e1rios, permite a expans\u00e3o do acervo bibliogr\u00e1fico sem a ocupa\u00e7\u00e3o de novos espa\u00e7os f\u00edsicos.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: bold;\">\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: bold;\">O retorno de uma antiga parceria<\/span><\/p><p>Em 2012, o Arquivo Central foi incorporado \u00e0 estrutura organizacional do SiBi\/Ufal, por meio da portaria n\u00ba 2.083\/2012, da Reitoria da Ufal. A trajet\u00f3ria do Arquivo Central, que \u00e9 respons\u00e1vel pela salvaguarda dos registros administrativos e acad\u00eamicos da Ufal, j\u00e1 havia cruzado, d\u00e9cadas antes, com a hist\u00f3ria do SiBi\/Ufal. O referido \u00f3rg\u00e3o j\u00e1 havia funcionado numa das salas do pr\u00e9dio atual da Biblioteca Central, antes de ser transferido para o espa\u00e7o onde atualmente funciona.<\/p><p>\u00a0<\/p><p><span style=\"font-weight: bold;\">O terceiro passo rumo \u00e0 automa\u00e7\u00e3o<\/span><\/p><p>Ap\u00f3s o t\u00e9rmino da implanta\u00e7\u00e3o do m\u00f3dulo cataloga\u00e7\u00e3o do Sistema Pergamum, outro passo precisou ser dado pelo SiBi\/Ufal: a automa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de empr\u00e9stimo e reserva de livros, que teve in\u00edcio em 2013. At\u00e9 ent\u00e3o, esses servi\u00e7os eram prestados de forma completamente manual. Os usu\u00e1rios possu\u00edam uma ficha de papel em que eram registrados os empr\u00e9stimos e devolu\u00e7\u00f5es de livros.<\/p><p>Para se ter uma ideia da complexidade de um sistema manual de empr\u00e9stimo de livros, vale mencionar que somente a Biblioteca Central possu\u00eda mais de 26 mil fichas de usu\u00e1rios, quando se iniciou o processo de automa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de empr\u00e9stimo e renova\u00e7\u00e3o de livros!<\/p><p>Mas a complexidade n\u00e3o parava por a\u00ed! Cada um dos mais de 300 mil exemplares de livros tamb\u00e9m possu\u00edam fichas de controle, que continham o hist\u00f3rico de empr\u00e9stimos de cada obra. Tratava-se, portanto, de mais algumas centenas de milhares de fichas de papel para serem administradas!<\/p><p>Esse sistema anal\u00f3gico gerava atrasos nos servi\u00e7os de empr\u00e9stimo, renova\u00e7\u00e3o e devolu\u00e7\u00e3o de livros. Com a expans\u00e3o das vagas na Universidade, as filas viraram uma rotina na Biblioteca Central durante os hor\u00e1rios de pico, uma situa\u00e7\u00e3o cada vez menos comum, num mundo cada vez mais digital.<\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Atualmente, renovar o prazo de devolu\u00e7\u00e3o de livros \u00e9 uma tarefa muito simples, que pode ser realizada presencialmente, nas bibliotecas do SiBi\/Ufal, ou pela internet, em computadores, tablets e smartphones dos pr\u00f3prios usu\u00e1rios. Tudo de forma r\u00e1pida e segura.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, a infinidade de fichas e informa\u00e7\u00f5es armazenadas em meios f\u00edsicos tornaram-se um grande banco de dados digitais, que eliminou desperd\u00edcios de papel e, principalmente, de tempo, tanto dos usu\u00e1rios quanto de funcion\u00e1rios do SiBi\/Ufal, respons\u00e1veis por operar o antigo sistema anal\u00f3gico de empr\u00e9stimo.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">A automa\u00e7\u00e3o promoveu, portanto, maior efici\u00eancia de servi\u00e7os de biblioteca que, at\u00e9 bem pouco tempo, eram prestados unicamente de forma presencial.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: bold;\">\u00a0<\/span><\/p><p><b>O SiBi\/Ufal se comunica<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Ampliar os canais de comunica\u00e7\u00e3o com seus diversos p\u00fablicos era uma aspira\u00e7\u00e3o antiga do SiBi\/Ufal, pois a melhoria dos servi\u00e7os de um sistema de bibliotecas passa necessariamente por uma comunica\u00e7\u00e3o efetiva com os usu\u00e1rios.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma biblioteca \u00e9 mais do que um espa\u00e7o ocupado por livros, ainda mais quando se trata de um sistema de bibliotecas universit\u00e1rias. Para que o p\u00fablico compreenda isso, \u00e9 preciso que conhe\u00e7a as m\u00faltiplas possibilidades de pesquisa, tipos de acervos e de servi\u00e7os oferecidos pelo SiBi\/Ufal.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Na pr\u00e1tica, entretanto, boa parte dos usu\u00e1rios do SiBi\/Ufal desconhece servi\u00e7os importantes que s\u00e3o prestados pelas bibliotecas do Sistema.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa realidade exigia mudan\u00e7as! Por isso, em 2018, foi criada a Coordena\u00e7\u00e3o de Comunica\u00e7\u00e3o do SiBi\/Ufal, cuja principal atribui\u00e7\u00e3o \u00e9 melhorar e implementar a\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o, visando ao fortalecimento dos la\u00e7os entre o SiBi\/Ufal e seus diversos p\u00fablicos.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, o SiBi\/Ufal tem tentado se comunicar com seus usu\u00e1rios de forma cada vez mais efetiva, por meio de redes sociais digitais, como o Facebook, o Instagram, o Twitter e o Youtube!<\/span><\/p><p><b>\u00a0<\/b><\/p><p><b>A hist\u00f3ria continua&#8230;<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta, contudo, n\u00e3o \u00e9 uma hist\u00f3ria com um ponto final! O SiBi\/Ufal segue sua jornada no tempo, tendo como norte o cumprimento de sua maior miss\u00e3o: prestar apoio informacional \u00e0s atividades de ensino, pesquisa e extens\u00e3o da Universidade, ciente dos desafios da atualidade e das transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que continuam mudando a forma como s\u00e3o produzidas e utilizadas as informa\u00e7\u00f5es em benef\u00edcio do progresso do Brasil e da humanidade.<\/span><\/p><p><strong>\u00a0<\/strong><\/p><p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMA\u00c7\u00c3O EM CI\u00caNCIA E TECNOLOGIA. <\/span><b>Reposit\u00f3rios digitais<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Bras\u00edlia, DF: Ibict, 16 ago. 2019. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.ibict.br\/informacao-para-a-pesquisa\/repositorios-digitais. Acesso em: 9 dez. 2019.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">MIRANDA, Antonio Lisboa Carvalho. <\/span><b>An\u00e1lise preliminar do <\/b><b><i>Status Quo<\/i><\/b><b> das bibliotecas da Universidade Federal de Alagoas com vista \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o de um sistema integrado e de constru\u00e7\u00e3o de biblioteca central<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: relat\u00f3rio de viagem (9 a 10 de julho de 1985). Bras\u00edlia, DF: Universidade de Bras\u00edlia, 1985.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Biblioteca: breve percurso, em tr\u00eas d\u00e9cadas. <\/span><b>Folha Semanal<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, Macei\u00f3, ano 5, n. 169, abr. 1991.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Grupo de Bibliotec\u00e1rios da UFAL. <\/span><b>Bibliotecas da UFAL<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: diagn\u00f3stico e proposta de implanta\u00e7\u00e3o de sistema (vers\u00e3o preliminar). Macei\u00f3: UFAL, fev. 1987.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Sistema de Bibliotecas. Biblioteca Central. <\/span><b>Proposta de planejamento estrat\u00e9gico para o Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Alagoas<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Macei\u00f3: UFAL, dez. 1995.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Sistema de Bibliotecas. Biblioteca Central. <\/span><b>Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 45\/89<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2013 CONSELHO UNIVERSIT\u00c1RIO, de 9 de novembro de 1989. Aprova o Regimento Interno do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Alagoas. Macei\u00f3: UFAL, 1989. Procedimento n\u00ba 002\/89-BC. Regimento interno do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Alagoas, cancelada em 9 de novembro de 1989.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span>\u00a0\u00a0<\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>*<\/strong>\u00a0<\/span>O in\u00edcio do texto desta p\u00e1gina cont\u00e9m a transcri\u00e7\u00e3o de partes do documento: <span style=\"font-weight: 400;\">UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Biblioteca: breve percurso, em tr\u00eas d\u00e9cadas. <\/span><b>Folha Semanal<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, Macei\u00f3, ano 5, n. 169, abr. 1991.<\/span><\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Breve Hist\u00f3ria do SiBi\/Ufal \u201cUma universidade se faz em primeiro lugar com c\u00e9rebros, em segundo lugar com c\u00e9rebros, em terceiro lugar com c\u00e9rebros, em quarto lugar com laborat\u00f3rios e bibliotecas\u201d. Bastante conhecida &#8211; e atual &#8211; \u00e9 esta afirmativa do Professor Zeferino Vaz, idealizador de uma das mais bem sucedidas universidades brasileiras, a Unicamp\u201d.&nbsp;Essas palavras [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sibi.ufal.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/1518"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sibi.ufal.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/sibi.ufal.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sibi.ufal.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sibi.ufal.br\/portal\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1518"}],"version-history":[{"count":61,"href":"https:\/\/sibi.ufal.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/1518\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3386,"href":"https:\/\/sibi.ufal.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/1518\/revisions\/3386"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sibi.ufal.br\/portal\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1518"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}